Jornais publicam pedido de prisão dos chefes da máfia dos caça-níqueis

    Confira as matérias:

    Polícia procura chefes da máfia dos caça-níqueis

    Justiça manda prender os contraventores Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, que já são considerados foragidos

    A 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região (Rio e Espírito Santo) determinou a prisão de Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, acusados de integrar a máfia dos caça-níqueis na Zona Oeste do Rio, desbaratada em 2006 na Operação Gladiador, da Polícia Federal. A decisão de mandar os bicheiros de volta à prisão foi tomada anteontem pela desembargadora federal Liliane Roriz, relatora do processo no TRF. Depois de procurarem durante todo o dia de ontem os bicheiros em mais de dez endereços na cidade do Rio e fora do estado, policiais federais declararam que Rogério e Fernando eram considerados foragidos da Justiça.

    Na decisão do TRF, foram mantidas as sentenças de dez dos acusados. A quadrilha tinha três grupos, que lutavam entre si pelo controle dos pontos de exploração do jogo na Zona Oeste. Os grupos eram chefiados por Fernando Iggnácio, genro de Castor de Andrade; Rogério Andrade, sobrinho do bicheiro; e Paulo César Ferreira do Nascimento, o Paulo Padilha.

    Só um dos acusados, um ex-inspetor, foi absolvido

    O tribunal julgou ainda as apelações de outros nove acusados de integrar a máfia dos caça-níqueis. Apenas um foi absolvido: o ex-inspetor da Polícia Civil Jorge Luiz Fernandes, o Jorginho, por não haver provas suficientes da sua participação na quadrilha.

    As penas, referentes aos crimes de formação de quadrilha, contrabando e corrupção ativa e passiva, variam de sete a 18 anos de reclusão. As mais altas foram impostas a Fernando Iggnácio, Rogério Andrade e Paulo César Ferreira. A desembargadora Liliane Roriz rebateu as alegações da defesa dos acusados, baseadas na ilegalidade das escutas telefônicas - principal prova em que se apoiaram as condenações. Os advogados sustentaram que as gravações teriam sido editadas pelos policiais.

    Além disso, alegaram que a importação de noteiros - leitores óticos para a identificação automática de cédulas usadas nas máquinas caça-níqueis - não poderia ser considerada contrabando. Isso porque, segundo eles, o equipamento também é utilizado em máquinas como as que vendem refrigerantes em estações do metrô. 

    Segundo a desembargadora, "os maiores atingidos foram a população da Zona Oeste do Rio de Janeiro, que se viu em meio a uma violenta disputa, na qual mais de 50 homicídios foram cometidos, bem como muitos comerciantes donos de bares e pequenos estabelecimentos, pessoas de bem que foram coagidas a instalar máquinas caça-níqueis em suas lojas". O voto da desembargadora tem mais de 300 páginas.

    Ex-comandante de batalhão está entre os réus 

    Entre os 11 réus do processo criminal, está o coronel da Polícia Militar Celso Nogueira, que respondia, na época dos crimes, pelo 14º BPM (Bangu). Segundo a denúncia, ele recebia propina para permitir a atuação das quadrilhas na região. Também são réus os ex-policiais Hélio Machado da Conceição, o Helinho, e Fábio Menezes de Leão, o Fabinho, que ficaram conhecidos, juntamente com Jorginho, como o grupo dos "inhos", por terem seus nomes citados sempre no diminutivo nas ligações gravadas.

    Fonte: O Globo

    Pedida prisão de parentes de Castor de Andrade

    A Polícia Federal do Rio já recebeu da 2ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) os mandados de prisão dos contraventores Fernando de Miranda Ignácio e Rogério Costa de Andrade Silva, genro e sobrinho, respectivamente, do bicheiro Castor de Andrade e responsáveis por uma disputa pelos pontos de exploração de jogos que já provocou a morte de mais de 50 pessoas na zona oeste da cidade.Os dois foram condenados a 18 anos de prisão, em janeiro de 2009. Eles estão em liberdade por força de um habeas corpus.

    Fonte: O Estado de S. Paulo

    Jornais publicam pedido de prisão dos chefes da máfia dos caça-níqueis

     

    Polícia procura chefes da máfia dos caça-níqueis


    Justiça manda prender os contraventores Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, que já são considerados foragidos

     

    A 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região (Rio e Espírito Santo) determinou a prisão de Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, acusados de integrar a máfia dos caça-níqueis na Zona Oeste do Rio, desbaratada em 2006 na Operação Gladiador, da Polícia Federal. A decisão de mandar os bicheiros de volta à prisão foi tomada anteontem pela desembargadora federal Liliane Roriz, relatora do processo no TRF. Depois de procurarem durante todo o dia de ontem os bicheiros em mais de dez endereços na cidade do Rio e fora do estado, policiais federais declararam que Rogério e Fernando eram considerados foragidos da Justiça.

    Na decisão do TRF, foram mantidas as sentenças de dez dos acusados. A quadrilha tinha três grupos, que lutavam entre si pelo controle dos pontos de exploração do jogo na Zona Oeste. Os grupos eram chefiados por Fernando Iggnácio, genro de Castor de Andrade; Rogério Andrade, sobrinho do bicheiro; e Paulo César Ferreira do Nascimento, o Paulo Padilha.

    Só um dos acusados, um ex-inspetor, foi absolvido

    O tribunal julgou ainda as apelações de outros nove acusados de integrar a máfia dos caça-níqueis. Apenas um foi absolvido: o ex-inspetor da Polícia Civil Jorge Luiz Fernandes, o Jorginho, por não haver provas suficientes da sua participação na quadrilha.

    As penas, referentes aos crimes de formação de quadrilha, contrabando e corrupção ativa e passiva, variam de sete a 18 anos de reclusão. As mais altas foram impostas a Fernando Iggnácio, Rogério Andrade e Paulo César Ferreira. A desembargadora Liliane Roriz rebateu as alegações da defesa dos acusados, baseadas na ilegalidade das escutas telefônicas - principal prova em que se apoiaram as condenações. Os advogados sustentaram que as gravações teriam sido editadas pelos policiais.

    Além disso, alegaram que a importação de noteiros - leitores óticos para a identificação automática de cédulas usadas nas máquinas caça-níqueis - não poderia ser considerada contrabando. Isso porque, segundo eles, o equipamento também é utilizado em máquinas como as que vendem refrigerantes em estações do metrô.

    Segundo a desembargadora, "os maiores atingidos foram a população da Zona Oeste do Rio de Janeiro, que se viu em meio a uma violenta disputa, na qual mais de 50 homicídios foram cometidos, bem como muitos comerciantes donos de bares e pequenos estabelecimentos, pessoas de bem que foram coagidas a instalar máquinas caça-níqueis em suas lojas". O voto da desembargadora tem mais de 300 páginas.

    Ex-comandante de batalhão está entre os réus

    Entre os 11 réus do processo criminal, está o coronel da Polícia Militar Celso Nogueira, que respondia, na época dos crimes, pelo 14º BPM (Bangu). Segundo a denúncia, ele recebia propina para permitir a atuação das quadrilhas na região. Também são réus os ex-policiais Hélio Machado da Conceição, o Helinho, e Fábio Menezes de Leão, o Fabinho, que ficaram conhecidos, juntamente com Jorginho, como o grupo dos "inhos", por terem seus nomes citados sempre no diminutivo nas ligações gravadas.

     

    Fonte: O Globo


    Pedida prisão de parentes de Castor de Andrade

    A Polícia Federal do Rio já recebeu da 2ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) os mandados de prisão dos contraventores Fernando de Miranda Ignácio e Rogério Costa de Andrade Silva,genro e sobrinho,respectivamente, do bicheiro Castor de Andrade e responsáveis por uma disputa pelos pontos de exploração de jogos que já provocou a morte de mais de 50 pessoas na zona oeste da cidade.Os dois foram condenados a 18 anos de prisão, em janeiro de 2009. Eles estão em liberdade por força de um habeas corpus.

     

    Fonte: O Estado de S. Paulo

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