Justiça federal permite que "Comendador Arcanjo" fique no MS

    A Justiça Federal autorizou a permanência de João Arcanjo Ribeiro, outrora considerado o chefe do crime organizado em Mato Grosso, no Presídio Federal de Segurança Máxima de Campo Grande (MS) por mais um ano. A decisão é do juiz substituto da 1ª Vara Federal de Mato Grosso Fábio Henrique Rodrigues de Moraes Fiorenza. 

    O prazo de permanência de Arcanjo, conhecido também como “Comendador”, na penitenciária federal venceu no último dia 29. Dias antes, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso pediu à Justiça Federal do Mato Grosso do Sul a prorrogação da prisão do bicheiro no Estado por questões de segurança.

    O juiz que decidiria pela prorrogação ou não da permanência do preso, Dalton Iga, da 5ª Vara Federal do Mato Grosso do Sul, está de férias. De acordo com a assessoria de imprensa da Sejusp, o pedido voltou à Justiça Federal de Mato Grosso e culminou com a decisão pela prorrogação do prazo de permanência de Arcanjo no MS.

    Em anexo à decisão do juiz substituto, está um documento do Departamento Penitenciário Nacional que autoriza a prorrogação do prazo de prisão do condenado no presídio federal. O documento é assinado pelo diretor do Sistema Penitenciário Federal, Sandro Torres Avelar.

    Caso Arcanjo não pudesse permanecer no MS, ele retornaria para o Presídio Central do Estado (antigo Pascoal Ramos), em Cuiabá. Para a Sejusp, a volta do comendador representaria risco, pois o réu ainda seria muito influente na Capital.

    João Arcanjo Ribeiro foi preso no Uruguai há sete anos e cumpriu parte da pena no então presídio Pascoal Ramos. Ele foi transferido para o MS em outubro de 2007, depois que o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual) descobriu que o preso ainda chefiava o jogo do bicho de dentro do presídio na Capital.

    Condenado a 37 anos de prisão por formação de quadrilha, crime contra a ordem tributária, falsidade ideológica e contrabando, o comendador reivindica, ainda sem sucesso, progressão de pena para o regime semi-aberto. Ele também é acusado de ser o mandante de vários assassinatos e cumpre prisão temporária por esses crimes.

    O ex-chefe do crime organizado de Mato Grosso responde a pelo menos 30 processos da Justiça, tanto estadual quanto federal. Arcanjo foi o líder do jogo do bicho no Mato Grosso por mais de 20 anos.

    A reportagem não conseguiu falar com o advogado do bicheiro, Zaid Arbid. 

    Fonte: Diário de Cuiabá

     

     


     



     



     



     



     



     



     



     

     

     

     

     

     

     

     

     

     



     



     



     



     







     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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