Empresa perde na Justiça linha dos Correios

    A Master Top Linhas Aéreas (MTA) perdeu na Justiça o direito de operar uma das linhas mais nobres da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). Os Correios conseguiram derrubar na Justiça a liminar que dava à companhia aérea o direito de fazer o transporte de carga postal noturna no trecho Manaus-Brasília-São Paulo (ida e volta) por R$ 44,9 milhões. A linha licitada é uma das mais estratégicas para os Correios, porque representa 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga contratada.

    A empresa, com sede em Campinas, venceu o pregão eletrônico em 8 de julho, mas foi desclassificada por não ter apresentado a documentação exigida. Por isso, foi convocada a segunda colocada: a Rio Linhas Aéreas. A MTA, porém, entrou com uma ação no Tribunal Regional Federal (TRF) contra a estatal e obteve decisão favorável, razão pela qual o contrato não pôde ser rompido. Agora, os Correios conseguiram reverter esse cenário.

    "A MTA perdeu a liminar na Justiça. A Rio Linhas Aéreas está operando desde segunda-feira", disse à reportagem Mario Renato Borges Silva, chefe do Departamento de Relações Institucionais dos Correios.
    A MTA tem sido alvo de denúncias de irregularidades desde 29 de agosto, quando o jornal O Estado de S. Paulo revelou que o então diretor de operações da estatal, o coronel Eduardo Artur Rodrigues Silva, presidia a MTA e que a companhia aérea arrematou vários contratos para entregar encomendas da estatal.

    O advogado da empresa aérea, Marcos de Carvalho Pagliaro, disse que a MTA vem passando por dificuldades financeiras, mas afirmou que a companhia continuará operando os outros contratos vigentes com os Correios.

    Fonte: Agência Estado

    Empresa perde na Justiça linha dos Correios

    A Master Top Linhas Aéreas (MTA) perdeu na Justiça o direito de operar uma das linhas mais nobres da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). Os Correios conseguiram derrubar na Justiça a liminar que dava à companhia aérea o direito de fazer o transporte de carga postal noturna no trecho Manaus-Brasília-São Paulo (ida e volta) por R$ 44,9 milhões. A linha licitada é uma das mais estratégicas para os Correios, porque representa 13% do valor total da malha e 14% da capacidade de carga contratada.

    A empresa, com sede em Campinas, venceu o pregão eletrônico em 8 de julho, mas foi desclassificada por não ter apresentado a documentação exigida. Por isso, foi convocada a segunda colocada: a Rio Linhas Aéreas. A MTA, porém, entrou com uma ação no Tribunal Regional Federal (TRF) contra a estatal e obteve decisão favorável, razão pela qual o contrato não pôde ser rompido. Agora, os Correios conseguiram reverter esse cenário.

    "A MTA perdeu a liminar na Justiça. A Rio Linhas Aéreas está operando desde segunda-feira", disse à reportagem Mario Renato Borges Silva, chefe do Departamento de Relações Institucionais dos Correios.

    A MTA tem sido alvo de denúncias de irregularidades desde 29 de agosto, quando o jornal O Estado de S. Paulo revelou que o então diretor de operações da estatal, o coronel Eduardo Artur Rodrigues Silva, presidia a MTA e que a companhia aérea arrematou vários contratos para entregar encomendas da estatal.

    O advogado da empresa aérea, Marcos de Carvalho Pagliaro, disse que a MTA vem passando por dificuldades financeiras, mas afirmou que a companhia continuará operando os outros contratos vigentes com os Correios. As informações são do jornal

    Fonte: Agência Estado

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