Justiça manda Ufes contratar 688 servidores para hospital

    Por determinação da Justiça Federal, a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) terá que realizar concurso público para ocupar 688 vagas existentes no Hospital das Clínicas (Hucam). A contratação dos profissionais - que vai de médico a costureiro - poderá reduzir as filas e a demora nos atendimentos, além de reativar serviços paralisados por falta de funcionários.

    Um deles é o Programa de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual (Pavivis), desativado no último mês por falta de pessoal. Era mantido com o apoio da Prefeitura de Vitória, que arcava com o custo dos funcionários, mas o convênio não foi renovado. A falta de funcionários compromete outras áreas do hospital, como oftalmologia e pediatria.

    A realização do concurso foi determinada por sentença judicial. É o resultado de uma ação civil pública movida por André Pimentel Filho, procurador do Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES). A sentença do juiz Francisco de Assis Basilio de Moraes é do último dia 25 de outubro. Ele deu um prazo de 90 dias para que o governo federal e a Ufes realizem o concurso, e até o final do próximo ano para que todos os cargos estejam preenchidos.

    Temporários Para contornar a ausência de contratação - via concurso público - a administração do Hucam vem recorrendo à contratação de pessoal por meio da Sociedade de Amigos do Hucam (Sahucam) e à solicitação de pessoal do estado e do município de Vitória. Dessa forma, destaca o procurador André Pimentel Filho, "o Hucam fica à mercê de soluções paliativas que duram somente até a eclosão da próxima crise'".

    Diversos problemas foram constatados no hospital pelo MPF, como déficit de leitos de UTI, realização de menos cirurgias cardíacas do que o hospital deveria oferecer; déficit de técnicos de enfermagem e de enfermeiro no setor de neonatologia; dentre outros, todos ocasionados por falta de funcionários. Em 2008 uma auditoria do Ministério da Saúde chegou a ser feita na unidade, confirmando todos os problemas.

    Na tarde de ontem, a assessoria de imprensa da Ufes informou que os procuradores da Advocacia Geral da União solicitaram mais informações à Justiça Federal. A universidade depende de autorização do Governo Federal para realizar concurso público. Mas, se a decisão da Justiça eliminar essa etapa, a Ufes dará início ao procedimento dentro do prazo estipulado na sentença, que é de 90 dias.

    Fonte: A Gazeta - ES
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