Sessão do CNJ marca despedida de conselheiros

    Nesta terça-feira (31), ocorreu a 337ª Sessão Ordinária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no Youtube (https://bit.ly/TVCNJ). Além dos processos da pauta do dia, a sessão foi a despedida de três conselheiros. Ministro Emmanoel Pereira, que deixa a cadeira no dia 15 de setembro, e do desembargador federal Rubens Canuto Neto e da juíza federal Candice Lavocat Galvão Jobim, que saem no dia 9.

    O presidente da Ajufe, Eduardo André Brandão, esteve presencialmente no plenário do Colegiado para acompanhar os processos e homenagear os conselheiros que estão deixando o CNJ.

    Brandão destacou o trabalho realizado pelo ministro Emmanoel Pereira e agradeceu os conselheiros representantes da Justiça Federal, Rubens Canuto Neto e Candice Jobim. Vocês dignificam a Justiça Federal com a serenidade, conhecimento técnico, o respeito com as partes, ao diálogo, ao bem público, e isso nunca vai acabar. Vocês são um grande exemplo que nós temos a passar. Eu tenho muito orgulho em ser presidente da Ajufe na gestão com vocês dois no Conselho Nacional de Justiça. A Justiça Federal sai maior, o CNJ sai maior, após a gestão de vocês”, afirmou.

    O presidente do CNJ, Luiz Fux, agradeceu o trabalho realizado pelos três conselheiros que estiveram à frente de matérias importantes para o colegiado, como trabalho remoto, plantões jurídicos, política de gestão de pessoas, comunicação do Poder Judiciário, entre outros temas.

    “Hoje, vivemos aqui um misto de alegria e saudade. A vida nos impõe que haja sempre um rodízio nesses órgãos colegiados. O tempo voa, principalmente quando a companhia é tão amistosa e agradável. Eu me senti no dever de afeição, de gratidão, de homenagear aqui os nossos conselheiros”, disse Fux.

     

    A 337ª Sessão do CNJ

    A sessão contou com o processo de relatoria do conselheiro Emmanoel Pereira sobre plantão jurídico, que é de interesse da Ajufe. Pereira destacou a necessidade de se atualizar a Resolução n. 71, que dispõe sobre o tema, pois sua criação tem 12 anos.

    O avanço tecnológico durante esse período foi um dos motivos apontados pelo relator para a realização dos plantões jurídicos de forma remota. Após a apresentação da relatoria, o conselheiro Mário Guerreiro pediu vista do processo.

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