Ajufe participa de encontro do CNJ que discute representatividade feminina no Judiciário

    O presidente da Ajufe, Nelson Alves, e a coordenadora da Comissão Ajufe Mulheres, Camila Pullin, participaram da abertura do encontro “Mulheres na Justiça: Novos Rumos para a Resolução CNJ n. 255/2018”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça, começou nesta quinta-feira (17/11) e vai até amanhã (18/11).

    O encontro tem como objetivo apresentar pesquisas sobre a ausência de paridade na participação feminina nos tribunais, instrumentalizando os debates a respeito da equidade de gênero nos tribunais sob a perspectiva da participação feminina, como também viabilizar a proposição de medidas para alteração do quadro atual.

    Durante a abertura, a coordenadora da Ajufe Mulheres destacou boas práticas que têm acontecido no sistema de justiça e que servem de estímulo aos tribunais.

    “Trago à recordação a contribuição da Ajufe Mulheres na construção desse percurso. A partir de 2017, ano de sua constituição formal, a Ajufe Mulheres passou a bater de porta em porta neste Conselho se apresentando e pedindo a normatização de uma política consistente que se propusesse a responder as perguntas: Qual é o Judiciário que queremos?; Quem são os juízes e juízas brasileiros?; Por que homens ascendem mais na carreira do que as mulheres?; Existe o tal ‘teto de vidro’?; A diversidade importa? Por que?; O tempo se encarregará de promover a igualdade e diversidade nos tribunais visto que as mulheres chegaram ‘mais tarde’ na carreira?”, lembrou a magistrada.

    E ainda reforçou: “Em setembro de 2018, o primeiro passo foi dado para responder essas e outras perguntas a partir da Resolução 255. Nesses quatro anos amadurecemos, a Política de Participação Feminina é uma realidade, saiu do papel e tomou os tribunais, com muitas realizações relevantes. Entendemos que sem diversidade não alcançaremos a verdadeira Democracia. Se diversidade importa para democratizar o acesso aos quadros do Judiciário, também importa para o tratamento dispensado aos usuários e usuárias do sistema de Justiça. Nessa perspectiva, o déficit de representatividade feminina no Poder Judiciário não é exclusivamente um problema das mulheres, mas sim de toda a sociedade”, finalizou.

     

    Acompanhe o primeiro dia do seminário: http://bit.ly/3UShL4M

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