Conhecendo as Juízas Federais

    Volume 1

     

    Conhecendo as Juízas Federais #1 – Neuza Maria Alves da Silva

    Neuza Alves foi juíza na 5ª Vara Federal de Salvador, local no qual permaneceu até 2004, quando foi promovida pelo critério de merecimento ao cargo de Desembargadora Federal e passou a integrar os quadros do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sediado em Brasília. A magistrada aposentou-se no ano de 2017, contando com 30 anos de serviço dedicados à magistratura.

    Ela graduou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1974, sendo Especialista em Direito Processual (Civil e Penal) e em Direitos Humanos. Fez história ao se tornar a primeira Desembargadora Federal negra a compor os quadros do TRF1, Corte na qual teve atuações relevantes processuais e administrativas, sendo inclusive a Coordenadora dos Juizados Especiais (COJEF).

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    Conhecendo as Juízas Federais #2 – Lívia Cristina Marques Peres

     Natural de Macapá, capital do Amapá, Lívia Peres ingressou na magistratura federal em 2006, no cargo de juíza federal substituta da 3ª Vara Federal, tendo sido promovida a titular na referida unidade em 2013.

    Seu primeiro desafio foi o de enfrentar o pensamento do seu pai, que se opunha à ideia de que ela se mudasse de Macapá para Belém, para fazer o curso de Direito. No entanto, a ajuda necessária para mudar esse quadro estava em casa. A mãe da juíza - graduada em direito nos anos 70 e que optara pela família a prosseguir a vida profissional - lutou pelo direito da filha de ir em busca da carreira pública.

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    Conhecendo as Juízas Federais #3 – Adriana Cruz

    Dando sequência ao projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, apresentamos nesta edição a história de vida da juíza federal Adriana Cruz, que atua como titular da 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, especializada em lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro.

    Adriana tomou posse na Justiça Federal, em Brasília, no ano de 1999 e, desde então, enfrentou grandes desafios na magistratura. Das experiências na carreira, destaca o processo de titularização, em Colatina, no Espírito Santo, em 2009, como “um momento muito especial”. Em 2015, foi convocada como magistrada instrutora no Gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso.

    Sobre as dificuldades que já enfrentara na vida por questões de gênero, Adriana Cruz destaca que todas as mulheres vivem “em ambientes hostis. Umas mais, outras menos. A diferença para a superação e sobrevivência é o aumento da nossa resiliência, ciência de nós mesmas, nosso empoderamento interno e nossa rede de proteção e apoio”, explicou.

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    Conhecendo as Juízas Federais #4 – Valéria Caldi

    Valéria Caldi é juíza titular da 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, especializada no julgamento de crimes praticados por organizações criminosas, há 18 anos.Tomou posse na Justiça Federal, no ano de 1997, aos 26 anos, e atuou em diversos casos de grande repercussão nacional. A juíza conta na entrevista que levou algum tempo pra perceber as dificuldades que lhe eram impostas pela questão de gênero e que atribuía isso a "confusões" das pessoas ou às próprias dificuldades da profissão. Valéria explica que o apoio de colegas foi fundamental para que ela despertasse para a questão de gênero.

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    Conhecendo as Juízas Federais #5 – Tânia Heine

    A magistrada ainda enfrentou dificuldades estruturais pelo seu gênero. Durante a entrevista, Tânia contou que assumiu o cargo com dois filhos pequenos, mas conseguiu conciliar carreira e família graças ao marido que participava ativamente da vida doméstica. A magistrada também destacou o período em que viu algumas amigas, que também eram mães, passarem por dificuldades, justamente por não contarem com o apoio dos maridos ou pais dos filhos.

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    Conhecendo as Juízas Federais #6 – Cláudia Maria Dadico

    Dando sequência ao projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, a Ajufe apresenta, nesta sexta edição, a juíza federal Cláudia Maria Dadico. Cláudia é juíza federal desde 1996, quando tomou posse no cargo de juíza federal substituta na capital gaúcha, logo após 10 anos sendo servidora do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Em 22 anos de jurisdição, Cláudia teve a oportunidade de julgar inúmeros casos ao longo da carreira. Nos dizeres da magistrada, “todos relevantes”.

    De todo modo, ainda no início da carreira, a juíza se deparou com um caso peculiar para a época: em 1998, ela deferiu a realização de uma cirurgia de transgenitalização para uma cidadã transexual. “Entendi que ali estava ocorrendo uma clara situação de discriminação por identidade de gênero e deferi o pedido”, contou. E continuou: “Estudei muito, pois, à época, não havia muitos precedentes jurisdicionais sobre a questão”.

    Embora tenha tido uma formação escolar e acadêmica sem grandes dificuldades, a magistrada começou a trabalhar bem cedo, aos 17 anos, por vontade de ser independente. Aos 19, começou a trabalhar no TRF3, por vontade de ser independente. Em seguida, continuou os estudos e concluiu sua formação em Direito. Foi quase no final do ano 2000 que Cláudia viveu o momento mais difícil de sua história pessoal. “A maior dificuldade de minha vida, sem dúvida nenhuma foi a perda de minha segunda filha, a Beatriz, em dezembro de 2000, vitimada por meningite, quando tinha 1 aninho e seis meses de idade. Foi devastador. Fiquei fora de circuito durante uns bons anos”, desabafou.

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    Conhecendo as Juízas Federais #7 – Cláudia Cristofani

    “Ser juíza já faz parte de minha identidade, é isso o que sou”, destaca a sétima entrevistada do projeto ‘Conhecendo as Juízas Federais’, a desembargadora federal Cláudia Cristofani, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

    Cláudia iniciou a carreira na magistratura estadual do Paraná, em comarcas do interior, e em 1992 passou no concurso para juíza federal, atuando como titular da 5ª Vara Federal de Curitiba. Em julho de 2013, tomou posse como desembargadora na 4ª Região.

    Tendo sido titular da primeira Vara Previdenciária do Brasil, avalia que “a especialização implicou em que pela primeira vez se buscasse compreender os significados da dura terminologia atuarial e tecnicismos da legislação previdenciária, com a compreensão dos efetivos impactos, inclusive matemáticos, das opções legislativas sobre a concessão e o cálculo dos benefícios e manutenção da renda mensal”.

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    Conhecendo as Juízas Federais #8 – Therezinha Cazerta

    O “Conhecendo as Juízas Federais” deste mês traz a desembargadora federal Therezinha Cazerta, atual presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Therezinha iniciou a carreira na magistratura em 1988, quando foi aprovada no último concurso nacional para a Magistratura Federal, substituídos hoje por concursos regionais.

    Reunindo mais de 30 anos no exercício da magistratura, a desembargadora começou a atuar desde o início como titular da Vara de Santos (SP). “Naquela época, a carreira era bem mais breve do que é hoje, e, depois de dez anos em Santos, fui promovida por antiguidade para o Tribunal, onde estou há quase vinte e um anos”, contou.

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    Conhecendo as Juízas Federais #9 – Leila Paiva Morrison

    A nova entrevistada do projeto Conhecendo as Juízas Federais é a magistrada Leila Paiva Morrison. Atualmente, ela exerce a jurisdição na 10ª Vara Federal Cível de São Paulo do Fórum Cível “Ministro Pedro Lessa”. A juíza iniciou a carreira na magistratura federal em 1996 quando foi aprovada no IV Concurso da Justiça Federal da 3º Região.

    Dentre as experiências enquanto juíza federal, a magistrada destaca a participação na iniciação do Juizado Especial Federal de São Paulo (JEF-SP) – com autos virtuais e secretaria única -, e o período de agosto de 2002 a fevereiro de 2004, quando o presidiu; a colaboração na Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (EMAG), especialmente nos cursos de formação para juízes recém-ingressos; e a atuação em conciliações.

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    Conhecendo as Juízas Federais #10 – Leda de Oliveira Pinho

    Dando continuidade ao “Conhecendo as Juízas Federais”, a Ajufe apresenta, nesta décima edição, a juíza federal aposentada Leda de Oliveira Pinho, da Seção Judiciária do Paraná, na 4ª Região. Leda ingressou na Magistratura Federal em 1995, somando mais de 14 anos de jurisdição.

    Durante a conversa, a juíza relembra os desafios de carreira que viveu dentro da Justiça Federal para aumentar a celeridade e eficiência do serviço prestado pelo Judiciário. “A sobrecarga de trabalho, muitas vezes excedendo em muito o padrão de 40 horas semanais, avançando no descanso de final de semana e convertendo parte do período de férias em dedicação exclusiva aos processos conclusos. Essa era uma realidade de uma época com um número diminuto de Varas, de Juízes e de Servidores, com instalações e equipamentos inadequados ao volume de trabalho e à própria tecnologia disponível”, declarou.

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    Conhecendo as Juízas Federais #11 – Sylvia Helena de Figueiredo Steiner

    A nova entrevistada do “Conhecendo as Juízas Federais” é a desembargadora federal aposentada Sylvia Steiner. A magistrada fez parte da composição dos quadros do Tribunal Regional Federal da 3ª Região desde 1995, quando, por meio do quinto constitucional do Ministério Público, ingressou no referido Tribunal. A magistrada era Procuradora Regional da República desde 1982. Para a desembargadora, mudar o enfoque, de membro do Ministério Público para Desembargadora, “não foi tão difícil, uma vez que mantive a mesma postura garantista que sempre sustentei no MPF”, explicou.

    “A maior dificuldade que enfrentei foi a de aprender a trabalhar em órgão colegiado, eu que estava acostumada a dar mais Pareceres de forma individual”, justificou.

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    Conhecendo as Juízas Federais #12 – Cíntia Menezes Brunetta

    Cíntia Menezes Brunetta é a 12ª juíza federal entrevistada pelo “Conhecendo as Juízas Federais”. Há pelo menos 14 anos ela atua na magistratura federal, tendo tomado posse em 2004, no TRF da 5ª Região, como juíza federal substituta na 3ª Vara da Seção Judiciária de Alagoas. “Eu fui juíza em praticamente todas as Seções Judiciárias da 5ª Região, com exceção de Sergipe. E mesmo em Sergipe, eu participei de mutirões”, conta a magistrada.

    Membro de uma família sem tradição nas carreiras jurídicas, a juíza destacou que demorou um pouco para adquirir a sensação de pertencimento ao âmbito da Justiça Federal. “Eu me sentia como se não pertencesse à Justiça. Demorou um pouco esse processo. E, claro, as dificuldades de ter que decidir. O peso da magistratura nas minhas costas. Tudo isso foi muito complicado”, compartilhou.

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    Volume 2

     

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    Conhecendo as Juízas Federais #13 – Carolina Malta

    O projeto da Ajufe “Conhecendo as Juízas Federais” retoma a 2ª edição do ciclo de entrevistas com a juíza federal Carolina Malta. Com mais de 15 anos de carreira na Magistratura Federal, Carolina ingressou, aos 23 anos, como juíza federal substituta da 5ª Região, lotada na 3ª Vara da Seção Judiciária de Pernambuco, no Recife.

    Oriunda da Procuradoria Federal da AGU, a então juíza substituta estranhou o “isolamento” proporcionado pelo novo cargo. Antes, dividia o gabinete com outros colegas procuradores e, ao entrar na magistratura, cuidava dos processos em um ambiente sozinha. “Há muita responsabilidade na tomada das decisões e um juiz de primeiro grau não pode compartilhá-la com quem quer que seja”, explica Malta.

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    Conhecendo as Juízas Federais #14 – Liliane Roriz

    “Ser magistrada federal é saber lidar com matérias de interesse público, de extrema responsabilidade. É saber resistir a pressões e, ao mesmo tempo, saber lidar com elas”. É dessa forma que a desembargadora federal aposentada Liliane Roriz, a 14ª entrevistada do projeto da Ajufe “Conhecendo as Juízas Federais”, reconhece a profissão.

    Liliane Roriz acumulou 20 anos de experiência, sendo 12 desses anos na Justiça Federal de 1º Grau e os oito restantes como desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, na 2ª Turma Especializada em Criminal Propriedade Industrial e Previdenciário, no Rio de Janeiro.

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    Conhecendo as Juízas Federais #15 – Cynthia de Araújo

    A 15ª entrevista do “Conhecendo as Juízas Federais” é com a juíza Cynthia de Araújo Lima Lopes, que começou a carreira na Magistratura Federal na 5ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia, em 1995, como juíza federal substituta.

    Após promoção, a magistrada atuou na 4ª Vara Federal da Seção Judiciária do Amazonas, em Manaus, sua cidade natal e, em meados do ano 2000, retornou para Salvador, já na condição de titular da 19ª Vara, especializada em Execução Fiscal. Em 2004, a juíza federal foi removida para a 14ª Vara Cível da Seção Judiciária da Bahia, onde permaneceu.

    Durante a carreira, vivenciou problemas graves, enfrentando desde o crime organizado ao tráfico internacional de entorpecentes, à época muito presente na estrutura estatal do Amazonas.

    Cynthia também revelou que, nos quase 25 anos de magistratura, ouviu “piadas e gracejos que revelavam profundo desapreço pela figura feminina”, mas nada que se colocasse como um obstáculo à atuação dela enquanto magistrada.

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    #SÉRIECOVID-19

     

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    Conhecendo as Juízas Federais #16 – Luciana da Veiga

    O projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, da Ajufe e Comissão AJUFE Mulheres, começa um capítulo especial durante este período de isolamento social em todo o mundo, a fim de conter o novo coronavírus. A "Série Covid-19" trará destaques da atuação das magistradas federais e o que mudou em suas rotinas.

    A primeira convidada é a juíza federal Luciana da Veiga, da Seção Judiciária do Paraná. A magistrada coordena o Comitê Executivo da Saúde do Conselho Nacional de Justiça no Paraná, instituído pelo CNJ, e explica que o principal objetivo é o acompanhamento das ações que envolvam direito à saúde. "Evitar a judicialização quando for possível e, quando não for possível, qualificar as demandas por meio de apoio técnico, informação e diálogo", afirma.

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    Conhecendo as Juízas Federais #17 – Luciana Ortiz

    A juíza federal Luciana Ortiz é a 2ª entrevistada da série Covid-19, do projeto da Ajufe “Conhecendo as Juízas Federais”. Com mais de 20 anos na magistratura, Ortiz já foi diretora da associação e dirigiu o Foro da Justiça Federal de São Paulo (até fevereiro de 2020). Dentre outros assuntos, no bate-papo ela conta como está vivenciando o atual momento de isolamento social diante da pandemia do novo coronavírus.

    "Desde o início do isolamento social comecei a trabalhar 100% em teletrabalho. A Justiça Federal da 3ª Região estava preparada em estrutura tecnológica. A Presidência e a Corregedoria do TRF3R regulamentaram rapidamente todas as atividades e a nossa TI viabilizou que quase 5000 juízes e servidores trabalhassem remotamente. Isso é extraordinário", pontuou. 

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    Conhecendo as Juízas Federais #18 – Salise Monteiro

    O projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, da Ajufe e Comissão AJUFE Mulheres, dá continuidade ao capítulo especial que destaca a atuação das magistradas federais e o que mudou em suas rotinas durante o período de isolamento social, provocado pela Covid-19.

    A convidada desta edição é a desembargadora federal Salise Monteiro Sanchotene, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que começou a carreira em 1993, como juíza federal substituta na então 8ª Vara Federal de Porto Alegre/RS, especializada em Direito Criminal.

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    Conhecendo as Juízas Federais #19 – Kátia Balbino

    A Ajufe e a Comissão Ajufe Mulheres dão continuidade ao projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, em capítulo especial que destaca a atuação das magistradas federais e o que mudou em suas rotinas durante o período de isolamento social, provocado pela Covid-19. 

    A entrevistada desta edição é a juíza federal Katia Balbino, que tomou posse em 1995 e, atualmente, está lotada na 3ª vara, em Brasília, especializada em saúde pública. Além disso, Katia é convocada ao TRF1 para auxílio na COJEF, COGER e atuação em mutirões e exerceu a Diretoria do Foro entre 2016 e 2018.

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    Conhecendo as Juízas Federais #20 – Inês Virgínia

    O projeto “Conhecendo as Juízas Federais”, da Comissão Ajufe Mulheres, segue destacando a atuação das magistradas federais e o que mudou em suas rotinas durante o período de isolamento social, provocado pela Covid-19. ⁠Nesta edição, confira a entrevista com a desembargadora federal Inês Virgínia Prado Soares

    Inês está na Magistratura Federal desde março de 2018, quando ingressou no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), pelo quinto constitucional, na vaga destinada ao Ministério Público Federal. A magistrada foi membro do MPF de 1997 a 2018, tendo sido procuradora da república até 2012, ano em que foi promovida ao cargo de procuradora regional da república, que exerceu até chegar ao TRF3.

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    Conhecendo as Juízas Federais #21 – Cristiane Conde Chmatalik

    A juíza federal Cristiane Conde Chmatalik, com mais de 20 anos de carreira, é a nova entrevistada do projeto Conhecendo. No bate-papo, a magistrada ressaltou atuações relevantes, como um dos primeiros pleitos contra a União para a realização de operação de mudança de sexo, além do exercício da jurisdição em vários mutirões da Justiça.

    Sobre esses mutirões, a juíza conta que a participação a “ensinou a ver cada processo como uma pessoa e uma família real, precisando de justiça, e não apenas mais um número ou processo a ser baixado”.

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    Conhecendo as Juízas Federais #22 – Joana Carolina Lins Pereira

    A nova entrevistada do projeto "Conhecendo as Juízas Federais" é a juíza federal Joana Carolina Lins Pereira, que ingressou na magistratura federal há 21 anos, na 5ª Região. No concurso em que foi aprovada, ocupou a segunda colocação, sendo uma das duas mulheres aprovadas no certame.

    À época, em toda a 5ª Região havia apenas 8 juízas federais lotadas. “Hoje o percentual de mulheres na magistratura da 5ª Região é de 25%. Já foi igual a zero. Acredito que ainda podemos elevar este percentual”, comenta confiante a magistrada durante o bate-papo.

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